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FEB 20

JORGE HAMPTON ACADêMICO

Durante o passado mês de setembro, no elegante salão do segundo andar do Palácio Pizzurno, a Academia Nacional de Belas Artes realizou a cerimônia de incorporação dos novos acadêmicos, entre eles, o arquiteto Jorge Hampton. Em seu discurso de aceitação, Hampton referiu-se à relação entre arquitetura e cidade, tomando como exemplo os Quattro Canti que enquadram a principal encruzilhada da siciliana cidade de Palermo. As palavras de Rogelio Salmona, Eduardo Sacriste e Claudio Caveri serviram-lhe para completar a ideia de que a arquitetura somente faz sentido como parte da cidade e da sociedade onde é erguida. Mostrou sua preocupação pela crise do meio ambiente e a maneira com a qual a arquitetura deveria contribuir a sobrepô-la. Ocupará a cadeira deixada por Nicolás Garcia Uriburu, de quem precisamente destacou seus méritos, não só como artista, mas também como ativo ecologista. Hampton soma-se assim aos arquitetos Alberto Bellucci, Ramón Gutiérrez, Justo Solsona e Antonio Antonini. Este último entregou-lhe a medalha e diploma da Academia Nacional de Belas Artes.

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